domingo, 28 de julho de 2013

Até amanhã, sou Ana


tum-tum, tum-tum, tum-tum; noventa e cinco vezes. 
Parece que passou um mês mas foi só um minuto de agonia e de silêncio.
E com ele vieram mais outros minutos, e outros, querendo bagunçar... desarrumar a casa. Que tolice! Chegaram tarde.
Perdoa, porque coração não tem memória; tem pena dele.
E quando ele vier assim, cheio de vontade, toma coragem de falar pra dentro:

'me desculpa, mas é que já passou alguém aqui e levou tudo.' 










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